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Proposta de Especificação de Requisito de Software. Estudo de Caso: A Modelagem do Sistema de Manutenção de Iluminação Pública, com o Modelo Praxis e o Modelo de Negócio da UML.
Última alteração: 2014-10-17
Resumo
Na especificação de Requisitos de Software ou Componentes de Software, os analistas empenham-se em descrever e produzir modelos baseados nos diagramas da UML, que se tornaram notação amplamente utilizada no mundo todo. Tal notação pode produzir um conjunto muito diversificado de recursos para a especificação de um produto de software. Na maioria dos casos, essa especificação deve ir além das necessidades limitadas. Para atingir as exigências dos clientes, de forma a obter o melhor grau possível de conformidade, existe a preocupação em modelar o processo de negócio por intermédio de diagramas que façam sua adequada representação. No entanto, são inúmeras as dúvidas quando se estabelece a transição entre modelagem de negócio e de sistema e não são raros os casos nos quais os analistas fazem o uso de notações semelhantes para estes dois assuntos, acarretando em dificuldades na sua identificação e distinção, mesmo quando bem elaborados. O artigo sugere a aplicação do modelo de negócio, proposto pela extensão de Penker e Eriksson para casos de uso, na especificação de requisitos do processo Praxis 2.0, para o desenvolvimento de softwares de médio porte. No estudo de caso é demonstrado os principais recursos exigidos pelas atividades Proposta de Especificação de Software- e Especificação dos Requisitos do Software - Introdução-, sugeridos pelo fluxo de requisitos do processo de desenvolvimento de software do PRAXIS 2.0, abordando a fase inicial da especificação do sistema de manutenção de Iluminação Pública de uma das maiores cidades do país.
Palavras-chave
UML; requisitos; processo; PRAXIS; modelo